7 anos

Oi pessoal, quanto tempo que a gente não escreve aqui né…

Mas hoje eu não podia deixar passar em branco, hoje faz 7 anos que estávamos na festa de aniversário da Laurão, priminha da Pri, e ela começou a me cobrar que já conhecia a família dela inteira e mesmo assim ainda não eramos namorados. Eu tentei fugir de rótulos, falei que não era o status de relacionamento do facebook que ia definir o que sentimos…mas não teve jeito hahahahaha No meio dessa conversa eu falei “tá bom vai”, me ajoelhei e disse: “você quer namorar comigo?”

Desde então faz 7 anos que ela espera que eu a peça em casamento a qualquer momento, tadinha!

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Mas algumas coisas mudaram desde daquele dia. Eu fiquei mais careca, emagreci e engordei tudo de novo e me cobri de tatuagens. Ela deixou de ser apenas aquela menina encantada da vida, que só pensava em sair para virar um mulherão, com jeitinho de menina ainda devido a cara de criança né…mas sim, uma grande mulher!

Crescemos juntos na vida, aprendemos a equilibrar sonhos com a realidade. Eu aprendi a colocar o pé no chão e ela aprendeu a tirar um pouco. Juntos evoluímos muito, depois de tanto tempo finalmente fomos ter nosso cantinho, só nosso. Mas durou pouco, depois de 2 semanas morando juntos, veio um cara morar com a gente e não sai nunca mais. Um tal de Valentim, vocês conhecem?

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Esse homenzinho ae chegou chegando, nunca mais fomos os mesmos e isso é Maravilhoso!

Agora nossas datas especiais são comemoradas a 3 (no dia dos namorados foi até mais que isso, a Lala passou junto com a gente), agora pensamos em almoço e eu procuro lugares que tenha área kids, agora preferimos parques e passeios matinais e namoramos juntinhos quando ele dorme…a vida é assim, aproveitamos bem juntos e agora aproveitamos com ele.

O importante é que ainda somos nós, sempre seremos! Nosso amor tava tão grande que precisou de mais uma pessoa para compartilhar isso com a gente, talvez em alguns anos precisaremos externar mais um cafoninha né quem sabe…enquanto formos eu e você, namorados, agarradinhos…acho que tudo vai dar certo no final. E se não deu é porque ainda não é o final.

Obrigado Pri por todos esses anos, obrigado por me dar o Timtim e mesmo que nem todos os dias sejam bons, façamos os dias ruins mais amenos rindo um pouco de nós mesmos!
Te amo!

assinatura Sha

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Papel do pai 2 – a Missão

Sim, foi me dada um missão e eu como bom soldado tenho que cumpri-la, sem cansaço, sem reclamação e sem lagrimas. Mas só tem um porem, eu não sou um bom soldado (eu na verdade odeio tudo quanto é tipo de forças armadas hehehe), eu sou só um semi-jovem de 33 anos tentando ser o melhor pai que eu puder…e aqui vai me relato da ultima semana.

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Segunda-feira foi inevitável, a Pri teve que voltar ao trabalho. Talvez seja por pouco tempo, nos escolhemos ser felizes e com minha companheira passando 14h longe de mim e da sua pequena cria, acho que seria impossível né…as consequências? Saberemos com o passar do tempo, mas agora sabemos que é o certo a se fazer. Dito isso e um tchau as 06:30 da manha do dia 08/08 começou minha nova aventura. Tive 5 meses ao lado do pixoxó para aprender suas manhas e birras, mas agora não teríamos o peito da mãe para alimenta-lo e dar conforto! A solução que encontramos foi a Pri tirar o leite e congelar, e dar frutas nos intervalos de “mamadas”.

Só queria contar que o máximo de tempo que tínhamos passados só nos dois, tinham sido 6h e quando a Pri chegou em casa ele estava chorando a 2h continuas e eu estava a-ca-ba-do, não conseguia nem ao menos conversar com ela!

Mas quem topa o desafio tem que encarar não é mesmo? #nahoradefazertavagostoso

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Bom, obvio que o primeiro dia foi difícil. Ele não tomava direito o leite no copinho, escolhemos o copinho ao invés de mamadeira para ele não desistir de mamar no peito da mãe. Ele mal comeu as frutas, mesmo dando o mamão que ele já tinha adorado. Ele não tirou seus cochilos durante o dia, afinal o costume era dormir no colo da mãe mamando né…ou seja, eu definiria meu dia em CHORO! tipo MUITAS LAGRIMAS mesmo e com o cair da noite, só piora.

Na terça para piorar um pouco eu tinha pedidos de bottons para fazer, trouxe tudo para casa e minha tia veio me ajudar, ainda voltei a ensaiar com o Horace Green essa semana, cheguei a 01h da manha nesse dia, os pedidos dos bottons foram por correio (que não é perto de casa), estava com desenhos atrasados, sem contar que preciso preparar mais peças para minha primeira expo dia 20…ou seja, tava foda essa semana. Se dei um jeito? Estamos aqui, vivos né mas vamos ser sinceros é muito mais difícil cuidar de um bebe do que a gente tá acostumado a ver nas propagandas da Pampers né, eles querem tudo na hora deles. O Valentim mesmo desse tamanhico já prefere Bita a Galinha Pintadinha, e tem acordado as 06:30 talvez para dar um tchau para mãe pela manhã. Mais que um cachorro que espera o dia inteiro sua hora de passear, quando ele fica com sono ou entediado, passear é minha unica opção viável a se fazer e essa semana como tava aqui em SP? FRIO! Só fez frio, e para tirar ele com esse frio? Haja Touca e cobertor…haja água e eletricidade para lavar a quantidade enormes de babadores e fraldinhas (os paninhos para limpar boca) agora com a nova alimentação. E o ColicCalm, voltou a ativa aqui hein, com nova comida veio um novo coco que tem que fazer força, uns peidos altos e tudo isso incomoda muito ele. Papai aqui só pode pegar no colo, tentar acalmar e me manter calmo, esse é o mais difícil inclusive.

Foi foda!

Mas heis que quarta a tarde/noite ele ficou mais calmo, dormiu legal, comeu bem. Poxa foi ok, talvez ele já se acostumou comigo…na quinta, quando a Pri chegou do trabalho ele estava deitadinho vendo desenho enquanto eu cozinhava, ou seja, família Doriana! Tudo perfeito (só os papeis de papai e mamãe que foram invertidos hehehehe)…já hoje ele ta manhoso, chorando mais que o normal. E eu? to me dividindo para conseguir fazer tudo…mas posso falar to sendo feliz demais assim.
É Obvio que vai ficar mais fácil quando a Pri voltar, porque vamos dividir as tarefas todas, mas até lá vou me apertar um pouco e ficar mais próximo do pequeno, que alias acabou de acordar e não quer que eu fique longe dele não…vou ter que parar por aqui

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Só fica a dica que PAI NÃO AJUDA, PAI FAZ! e parem de duvidar que só porque sou homem eu não iria conseguir, GENDER IS OVER! Aqui tem amor demais, amor que supera o medo, supera o cansaço e me da mais que forças, me da paciência. Eu te amo pixoxó, calma que o teu colo já tá indo!

assinatura Sha

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6 meses de nós dois. 

E seis meses se passaram desde aquela sexta feira que viemos limpar o apartamento.Não tinha sofá, nem televisão, nem fogão e internet, mas tinha amor, tinha felicidade, tinha entusiasmo e muitos sonhos.
No dia 5 de fevereiro dormimos juntos pelas primeira vez na nossa casa, apertamos o botão do start para começarmos a viver nossas vidas juntos, tudo aquilo que planejamos em 7 anos estava começando a acontecer.
Nesses seis meses nos conhecemos, nos tornamos mãe e pai, nos redescobrimos, fomos cúmplices, brigamos, trabalhamos, limpamos a casa, lavamos roupas, cozinhamos, trocamos fraldas, passamos madrugadas em claro, choramos, nos abraçamos, nos reconfortamos, nos divertimos e o amor aumentou!
Com a chegada do Tim Tim nos deixamos um pouco de lado, ele precisava de muito cuidado e a gente precisava nos adaptar, com o passar do tempo foi ficando mais fácil. Agora conseguimos fazer nossas refeições juntos, conseguimos fazer uma rotina em que o Tim Tim dorme as 20h e a partir desse horário o tempo é nosso, é onde decidimos o que vamos jantar, é o tempo que temos para ver juntos algum filme, é o tempo que você pode se dedicar aos seus desenhos, é o tempo que temos para deitarmos juntos no sofá e darmos risada de qualquer coisa.
A vida não é fácil, mas entre todas as opções nós escolhemos ser felizes, escolhemos levar nossos dias com mais leveza, escolhemos curtir cada fase do nosso pequeno Valentim e eu escolho você todos os dias para dividir comigo essa jornada.

Obrigada por cuidar tão bem de mim no momento mais difícil da minha vida, obrigada por se preocupar com o meu bem estar nos dias mais cansativos, obrigada por ser o melhor companheiro que poderia ter.

Amo você, pai do Valentim.

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Amamentação

Engano meu pensar que amamentar seria tranquilo, que seria natural e lindo como eu via na televisão ou nas fotos do instagram.
Engano meu pensar que a “pega” seria fácil e que se o bebê não pegasse corretamente seria só tira-lo do peito e o colocar corretamente.
Engano meu pensar que amamentar meu bebê até um ano seria o suficiente.
Engano meu achar que dar de mama fora de casa seria tranquilo e que todos iriam me respeitar.
Engano meu achar que não receberia tantos palpites e desencorajamento.
Engano meu achar que amamentar seria fácil.

Eu passei a gestação inteira me preparando para o parto que eu queria (e que não aconteceu), eu passei minha gestação preparando o enxoval, comprando roupinhas e imaginando meu bebê em cada uma delas, passei minha gestação admirando minha barriga crescendo a cada mês e me despedindo da minha antiga vida, pois sabia que com a chegada do Tim Tim tudo iria mudar.
Estava ciente de que o mundo da maternidade não seria um conto de fadas, eu estava preparada para o cansaço e noites mal dormidas, eu estava preparada para amar e para me entregar, porem eu descobri que eu não me preparei para amamentar.

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Li muitos textos, esfoliava os mamilos durante o banho, entrei de grupos online de amamentação e recebi conselhos de amigas que sofreram com a amamentação, mas tudo se perde quando a enfermeira entrega seu filho no colo a primeira vez e diz: “Agora você irá amamenta-lo”.
Você descobre que não é fácil colocar seu mamilo na boquinha do bebê, ele demora um pouco para perceber o que precisa fazer, o bico escorrega, sai da boca e ele começa a chorar sem parar. Pronto, é ai nesse momento que você pensa “Fodeu”.
O nervosismo vem com tudo, junto com a insegurança e o medo de não dar certo.
Enquanto estamos na maternidade, temos as enfermeiras para nos ajudarem e isso nos tranquiliza, porém é quando chegamos em casa que o jogo realmente começa.
Nosso organismo não sabe a quantidade de leite seu bebê precisa, então a produção de leite é intensa. É tanto leite que vaza, escorre pelo seu corpo, molha sua roupa e se usamos as conchas, quando agachamos para pegar algo que caiu, todo o leite que estava na concha derrama pelo chão. Não, não é legal e nem bonito.
O bebê passou 9 meses na barriga e quando nasce ele quer e precisa ficar grudado com a gente, a duração das mamadas são longas, 1, 3, 5, 9, 12 horas seguidas mamando e agarrado no peito.  O mamilo está todo machucado, com fissuras, em carne viva e as vezes sangra, é preciso consertar, mas a cada vez que o bebê solta o peito e vai pega-lo novamente a dor que sentia era a soma de todas as dores que já havia sentido vezes mil!

Lembro daqueles primeiros dias, de ver meu filho chorando querendo o peito e eu querendo fugir, ele mamava e eu chorava de tanta dor. Por muito pouco eu não desisti e eu entendi porque tantas mães deixam de amamentar e elas merecem todo o meu respeito.
Nesse período tão difícil eu escutei que meu leite não era o suficiente para o meu bebê porque ele não largava do peito, me falaram para eu não deixar ele fazer meu bico de chupeta e oferecer chupeta para ele, escutei que eu deveria dar mamadeira para que outras pessoas pudessem me ajudar a cuidar dele e ouvi de muitas amigas queridas para que eu tivesse calma porque a dor iria passar e que eu iria amar amamentar. Minhas amigas estavam certas.
Quando meu mamilo cicatrizou minha relação com meu filho melhorou, eu não queria mais fugir dele e fui me rendendo aos encantos da amamentação, a troca de olhares, pele com pele, o cheiro e fui percebendo nossos laços sendo formados.

Amamentar é autoconhecimento, é abrir mão de alguns alimentos, bebidas, remédios e produtos estéticos, é vencer o cansaço e a solidão, é quebrar conceitos e romper barreiras, é perder a vergonha de mostrar o peito enquanto amamento, é lutar contra uma sociedade que não nos acolhe, não nos oferece espaço e nem entende a necessidade dos nossos filhos, é a satisfação em descobrir que tenho capacidade nutrir meu filho e muito mais do que alimenta-lo, é acalmar seus choros, medos e angustias, é tirar as dores, é curar machucados, é oferecer saúde, é fazer dormir, é contato, é troca de carinho, é paciência, é criar o vínculo que irá durar uma vida inteira, é amar em livre demanda.

 

 

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Nossas tardes

Filho, como eu gosto das nossas tardes!

É o momento do dia em que você está mais animado, aprendendo coisas novas e agora nosso cuidado com você redobrou, o sofá ficou pequeno para os seus novos movimentos e passei a forrar o chão da sala com tapete e cobertas para ficar mais fofinho e mais confortável, agora você começou a girar de um lado pro outro, deixo seus brinquedos espalhados para estimular seus movimentos e você prefere aqueles que estão mais longe, quer se esforçar para alcançá-los, já deu para perceber que você gosta de desafios.
Nossas tardes tem diversão, Bita, aconchego, tete e sonecas.
Tudo fica mais legal quando seu pai esta aqui com a gente, a forma que ele te estimula desde que você tinha poucos dias de vida, como você se diverte com ele e eu fico encantada vendo vocês dois juntos. De repente você se cansa e procura por mim, você quer colo e o aconchego do tete para tirar uma soneca gostosa.
Somos um bom time,né filho?!

Aproveito essas sonecas para organizar a casa, passar suas roupinhas ou me entrego ao sofá e descanso porque já já você acorda e vai precisar de toda a minha atenção.

É bom poder ver você crescer filho.


  
  
  

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Vínculo Mãe e bebê

Quando eu estava na faculdade de psicologia eu estudei muito sobre o desenvolvimento infantil e a importância da mãe para oferecer um ambiente saudável e o suporte para o desenvolvimento do bebê, aprendi também que o bebê vê a mãe como continuação dele e ele demora para perceber que são corpos distintos.
Lembro que nas primeiras semanas do Tim Tim, recebi a visita de um casal de amigos que tem uma filhinha e eu comentei com minha amiga que quando estava grávida eu achava que seria uma mãe muito agarrada ao meu filho, mas naquele momento eu não sentia isso, eu o amava, porem não me importava em vê-lo no colo de outras pessoas, não sentia a necessidade de ter ele tão grudado a mim.
Minha amiga ouviu meu desabafo com o sorriso no rosto e disse: “Calma, já já você não vai querer ficar longe dele”.
Geramos um serzinho na barriga por 9 meses, quando ele nasce é a emoção mais incrível que já vivemos, mas em poucos dias vai surgindo um sentimento estranho que não esperávamos por isso, eu sentia angústia, medo, solidão, ele chorava e eu queria fugir e assim fui percebendo que a gente precisava se conhecer.
O bebê não chega com um manual de instrução e eu precisava me entregar para descobrir o motivo dos seus choros, ele precisava de muito colo, a gente precisava do olho no olho, pele com pele, sentir nossos cheiros e precisávamos de tempo, tempo para nos conhecer, tempo para descobrir nossos limites, tempo para testar táticas diferentes e assim, pouco a pouco nosso vinculo foi fortalecendo e nosso amor foi aumentando.
Meu filho acabou de completar 5 meses e ficou claro para mim quando minha amiga pediu para eu ter calma, pois esse “grude” iria surgir, hoje sou aquela mãe babona, grudenta, que enche ele de beijos, que continua com ele no colo mesmo depois que dorme porque é tão gostosinho sentir seu cheirinho e quando o coloco no berço fico vendo suas fotos no celular e as vezes até choro de saudade.
Quando estudei que os bebês percebem as mães como continuidade deles, eu não tinha noção do quão forte seria meu vinculo com o meu filho e que eu iria ver ele como uma continuidade minha também, até fotos sozinha não tiro mais pois gosto mais quando ele esta junto de mim.

Hoje eu entendo porque minha mãe, minha tia e minhas amigas que tem filhos maiorzinhos não me contaram com riqueza de detalhes sobre o quanto é difícil aqueles três primeiros meses do bebê, o quanto é cansativo e doloroso. Elas não me contaram porque conforme o tempo passa tudo vai se tornando mais leve, o sono melhora, as crises de cólica vão embora, eu consigo fazer minhas refeições sentada na mesa enquanto deixo ele brincando, eles começam a fazer novos sons, começam a sorrir cada vez mais, dão as gargalhadas mais gostosas que você já ouviu,  levantam os bracinhos pedindo colo, se jogam para onde querem ir e conseguem ser tão fofos que os dias difíceis são esquecidos.
Nossos filhos são tão especiais e nosso vínculo tão forte que os dias difíceis se tornam muito pequenos perto do tamanho do amor que sentimos por essas mini pessoinhas.

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Domingo no parque 

Passamos anos e anos em busca da felicidade e muitas vezes nem percebemos que nossas maiores alegrias estão na simplicidade da vida.
A maternidade quando chega, muda a nossa percepção do mundo, muda nossos valores e sonhos. Deixamos de viver por nós e passamos a viver por esses serumaninhos que preenchem nossos dias com tanta cor!

Esse domingo tivemos um dia mágico, passamos a tarde com amigos e seus filhos, dividindo experiências e vendo nossos filhos brincando e se interagindo.
É incrível ver nossos filhos se tornando amigos dos filhos dos nossos amigos.

Que trabalho lindo temos com essa nova geração crescendo, a oportunidade que temos de criar pessoas boas, que saibam respeitar o outro, que tenham empatia, que compartilhem o amor, sem espaço para o machismo, homofobia, xenofobia e todo o preconceito presente em nossa sociedade.

Essa nova geração nos trazem a esperança de dias melhores.


  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
Todas as fotos são de Leandro Asai
Por mais dias assim ❤

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